
Deixe o piano tocar.
E minha alma dançar em paz.
Enquanto leio eclesiastes e ouço jazz.
Hoje, grande e pesado.
Levo o fardo da vida.
Do trabalho, o pagamento que não vale a minha lida.
Piano, baixo e bateria.
Jazz trio segue cadenciado.
Pobre de mim, surdo de alma, ouço calado.
O velho e o novo se encontram.
Erudição e contemporaneidade.
Jazz que ressuscita e faz milagres.
Não se cabe de sentimento.
Conselhos eternos que me valem.
São para os meus dias como o alimento.
Canto a sabedoria da minha vaidade.
Leio passo e futuro em uma mesma realidade
Danço o cotidiano que não me nega a verdade.
E minha alma dançar em paz.
Enquanto leio eclesiastes e ouço jazz.
Hoje, grande e pesado.
Levo o fardo da vida.
Do trabalho, o pagamento que não vale a minha lida.
Piano, baixo e bateria.
Jazz trio segue cadenciado.
Pobre de mim, surdo de alma, ouço calado.
O velho e o novo se encontram.
Erudição e contemporaneidade.
Jazz que ressuscita e faz milagres.
Não se cabe de sentimento.
Conselhos eternos que me valem.
São para os meus dias como o alimento.
Canto a sabedoria da minha vaidade.
Leio passo e futuro em uma mesma realidade
Danço o cotidiano que não me nega a verdade.