Tuesday, July 1, 2008


O que é poesia.
Dizer o que acontece todo dia?
Expressar tristeza e alegria?
Desanimo e euforia.

Transcrever o pouco que sobrou.
O muito que se gastou.
O amor que se doou
O tributo que a vida cobrou.

O coração as vezes dói.
A solidão que coroe
A vida como uma maquina moí
E o tempo constrói.

E com a palavra a gente tenta.
Lavar a alma que de dor não agüenta.
Carregar o peso de um sentimento que acorrenta.
E como vinho que com o tempo se fermenta.

9 comments:

sinhã, a. said...

Poesia - também és tu. :-)

O tempo transforma você!!! said...

Poesia é ser assim, cheios de medos e anseios... mas gigante em atitudes.

Ps. Kem sabe nao encotrou sua professora???

Zek said...

Sinhã: Poesia somos nós ...

O tempo ... : Então !! sera !!?? rsrs

Corações & Segredos said...

Oi meu mais novo amigo.
Obrigada pela visita e carinho!
Quizera eu ter o dom de escrever,
assim como vcs,os poetas o fazem.
Dentro do meu coração existem coisas mil, mas ainda não consegui transportar para o ´papel.
Venho tb te pedir um favor, de ir no Alma Guerreira e deixar seu voto para meu blog, no mural 3.
No meu blog tem o link dele, a sua direita da tela.
Desde já agradeço de coração.
Beijinhos de RO!!

Zek said...

Vc´s os poetas ??? rsrrs obrigado pelo elogio, quem sabe um dia...

Vou votar la sim!!!

Poeta Mauro Rocha said...

Manuel de Barros uma vez disse: " Poesia não é parede, não tente explicar, procure ser uma árvore" concordo com ele. Seu poema está muito bonito.

Um abraço!!

MAURO ROCHA

paula barros said...

Talvez a vida nos fornece dados para a poesia.
A vida!
bjs

Canto da Boca said...

... É o ungüento para a vida.
;)

Alexandre Hallais said...

Caríssimo,

é com atenção que degusto suas palavras temperadas sutilmente. Belo canto! A poesia é o encanto, o fascínio, a liberdade...
Não sei porque escrevo, mas hoje tive um belo presente... entrar em seu blog.

Belos textos, belos versos...

Quanto ao "casulo", pouco se pode querer, enquanto todos tentam ganhar e eu apenas vejo a beleza em perder.

Um abraço,

Alexandre Hallais